Listen!! (Klaus Weiland)
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Monday, January 19, 2015
Monday, December 22, 2014
The silence of the world before BACH
Die Stille der Welt vor Bach
Es muss eine Welt gegeben haben vor
der Triosonate in D, eine Welt vor der a-moll-Partita,
aber was war das für eine Welt?
Ein Europa der großen leeren Räume ohne Widerhall
voll von unwissenden Instrumenten,
wo das Musikalische Opfer und das Wohltemperierte Klavier
noch über keine Klaviatur gegangen sind.
Einsam gelegene Kirchen,
in denen nie die Sopranstimme der Matthäuspassion
sich in hilfloser Liebe um die sanfteren
Bewegungen der Flöte gerankt hat,
wie sanfte Landschaften,
wo nichts zu hören ist als die Äxte alter Holzfäller,
das muntere Bellen starker Hunde im Winter
und Schlittschuhe auf blankem Eis wie ferne Glocken;
die Schwalben, die durch die Sommerluft schwirren,
die Muschel, in die das Kind hineinhorcht,
und nirgends Bach, nirgends Bach.
Die Schlittschuhstille der Welt vor Bach.
(LARS GUSTAFSSON, dt. V. Reichel)
Wednesday, July 9, 2014
bossa nova berlim - for my brazilian friends
a festa dos segundos
as ruas dançam nuas e azuis
a hora tem o gosto quente do chá que revigora
as lâmpadas brilham ensolaradas como um bosque no outono
e as idéias têm o frescor da neve da manhã
tão-somente com as mãos limpamos os sentidos
embaçados como janelas pela chuva ácida
vagamos irrefreáveis pelo oceano do tempo
e pressentimos que a tempestade não vai passar
não vai passar
a hora tem o gosto quente do chá que revigora
as lâmpadas brilham ensolaradas como um bosque no outono
e as idéias têm o frescor da neve da manhã
tão-somente com as mãos limpamos os sentidos
embaçados como janelas pela chuva ácida
vagamos irrefreáveis pelo oceano do tempo
e pressentimos que a tempestade não vai passar
não vai passar
do rádio despenca o silêncio
na cabeça rouco e cósmico arde o jazz
tecemos um agasalho com a poeira das ruas
e celebramos a festa dos segundos
a dama para quem recordar é dever
entristece e fica rija como sal
rimos e dançamos em torno da estátua
e por fim explode o coração
na cabeça rouco e cósmico arde o jazz
tecemos um agasalho com a poeira das ruas
e celebramos a festa dos segundos
a dama para quem recordar é dever
entristece e fica rija como sal
rimos e dançamos em torno da estátua
e por fim explode o coração
sobre a mesa uma conta que rasgamos
e vivemos então nossos desejos
não ligamos para a ditadura da maioria
a esperança como princípio é prejuízo
por quanto tempo devemos esperar
por paraísos futuros prometidos
enquanto silenciosos e inexplorados
os melhores dias passaram
passaram
e vivemos então nossos desejos
não ligamos para a ditadura da maioria
a esperança como princípio é prejuízo
por quanto tempo devemos esperar
por paraísos futuros prometidos
enquanto silenciosos e inexplorados
os melhores dias passaram
passaram
não não as ruas dançam nuas e azuis
a hora tem o gosto quente do chá que revigora
as lâmpadas brilham ensolaradas como bosque no outono
e as idéias têm o frescor da neve da manhã
(tradução de Carlos Abbenseth e Antonio Martins)
a hora tem o gosto quente do chá que revigora
as lâmpadas brilham ensolaradas como bosque no outono
e as idéias têm o frescor da neve da manhã
(tradução de Carlos Abbenseth e Antonio Martins)
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Thursday, February 27, 2014
the GOD of GUITAR died
paco de lucia ... sitting on the clouds, his music in our brains & hearts for eternety.
Wednesday, February 5, 2014
amour
tu me touches avec
les doigts du regard
me décris avec la
langue du silence
m’envisages avec les
mains de la connaissance
assouvis ma faim
pluridimensionnelle
tu jongles avec les
syllabes hésitantes des odeurs
dévoiles des sons
nostalgiques
tisses ton haleine
dans la mienne
assouvis la faim des corps
tu danses avec le
désir ardent de mes yeux
joues avec le rythme
de mes pensées
avec les langues du
silence
nous – un enfer
foisonnant
de mots
pas encore nés
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Friday, January 17, 2014
COSMIC JAZZ 2: Johann Ludwig Bach ("der Meiniger")
overwhelmingly GENIAL and not sad at all:
Meine Bande sind zurissen
Johann Ludwig Bach (1677 - 1731)
Thursday, January 2, 2014
Thursday, August 8, 2013
Sunday, December 23, 2012
war dance of the stars
sedna in the inner oort cloud
dances in the coldest deep
of this world unknown
to us
geminga
born three hundred thousand
years ago by a supernova
created the small dense
our local bubble
we
conceited sweepings of the stars
dance in the sun wind of
the gorgeous heliosphere
clueless tiny bugs
with twenty thousand meters
sun apex per second
we
chattering and unnoticed
traverse the incredible blank
local flake
in the crust-folds of
a little lump of water
blind passengers
for a blink
alpha centauri and deneb
altair and wega and arcturus
proxima cenautri and also you
fomalhaut
dance for us
because we can not know
anything
we see nothing
but you
for a
fulgurous eternal
moment
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